top of page

fidelidade.

que

mais

Muito

  • Instagram
  • LinkedIn

Inovação humanizada: O valor das pessoas na era da tecnologia

Antes “quem”, depois “o que” e, por fim, “como”. Esse sempre foi o nosso lema desde o início da MM12 e posso afirmar, sem medo de errar, que foi por saber executar esse mantra na prática que crescemos em médias bem acima do mercado ao longo dos últimos anos.


Acredito que o maior diferencial de qualquer empresa não está no seu produto, nem os seus processos, muito menos na sua estrutura tecnológica. O MAIOR diferencial de qualquer empresa está nas pessoas que trabalham nela. São elas que fazem a roda girar, que definem o planejamento, que criam os produtos, que desenvolvem os códigos, que fazem o atendimento e que, no final do dia, geram o tal do diferencial competitivo.


Uma empresa não é uma entidade superior, mas sim um conjunto de pessoas remando na mesma direção, com um mesmo propósito. Dito isto, saber selecionar e reter talentos é, na minha opinião, o maior desafio de qualquer gestor, pois quando conseguimos achar a pessoa certa para a posição certa, coisas incríveis podem ser realizadas.


No último ano, estive presente em alguns eventos com empresas de diferentes segmentos para debater tendências e a evolução do mercado e o tema central das discussões é somente um: IA.


Apesar do conceito já existir desde 1950, quando Alan Turing publicou um artigo chamado "Computing Machinery and Intelligence", até então se limitava ao trabalho de “nerds” no backoffice de empresas / departamentos de tecnologia e era pouco falado fora desses ambientes. Com a chegada do ChatGPT com IA generativa, com acesso pela grande massa, abriu-se um leque de possibilidades abissal, gerando um alvoroço poucas vezes visto no mercado como um todo. É o que venho chamando de “Efeito GPT”.


"Efeito" este que está apenas começando e, assim como outros grandes movimentos transformacionais como o lançamento do primeiro celular, a criação da internet e o streaming, existe um tempo de maturação e entendimento do uso eficiente da tecnologia. Não adianta querer ter por ter ou usar para dizer que está usando. Há muito dinheiro indo para o ralo com o desenvolvimento de ferramentas que não mexem nem uma virgula no ponteiro, mas são desenvolvidas para se cumprir uma meta ou pelo “FOMO” (Fear Of Missing Out). Por outro lado, já foram desenvolvidas ferramentas com potencial enorme de disruptura, como os copilots da Microsoft, o processo de tradução simultânea com deepfake + IA, previsão de diagnósticos e a evolução de ferramentas de navegação, para citar alguns exemplos.


Alguns dizem que ela é a nova internet, outros, que as máquinas serão responsáveis pelo aumento das desigualdades e, para os mais extremistas, como o próprio Sam Altman (criador do ChatGPT), que elas podem até representar uma ameaça à humanidade no futuro.


Agora, se me perguntarem? A minha humilde opinião é que as máquinas nunca sobressairão ao ser humano, pelo simples fato de não possuírem emoções, empatia e capacidade de adaptação como nós, humanos. O ser humano precisa de contato, de se sentir cuidado, de trocas genuínas. Sim, a IA generativa chegou para revolucionar o mercado e trazer um ganho de eficiência assombroso para as empresas, assumindo um papel de assistente importante para o desenvolvimento de inúmeras atividades e, em certos casos, de substituição de parte da força de trabalho humano. No entanto, sou capaz de apostar que, nesse processo, surgirão mais oportunidades do que ameaças.


Um dia desses, Naval Ravikant, um dos maiores influenciadores do Vale do Silício na atualidade, abordou o tema de forma bem simples e direta em um podcast, dizendo que as pessoas não perderão seus empregos para a IA, mas sim para outras pessoas que saibam lidar com a IA e com as máquinas em geral. Concordo inteiramente com essa colocação. As novas tecnologias serão grandes copilotos para os profissionais e ,saber utilizá-las da forma correta e para os fins adequados, será um grande divisor de águas para conseguir se diferenciar no mercado de trabalho.

Sim, empregos serão extintos. Segundo o FMI (Fundo monetário Internacional), 40% dos empregos serão afetados de alguma forma pelo avanço da Inteligência Artificial, mas inúmeras oportunidades serão geradas simultaneamente. A tecnologia faz parte do “como” ou até do “o que”, mas nunca será “quem”.

As organizações que compreenderem essas mudanças, se adaptarem e moldarem os seus investimentos em IA ou em outras tecnologias sob a ótica “com humanos”, ao invés de “no lugar de humanos”, encontrarão menos barreiras e, sem dúvida, serão mais eficazes na criação de valor para seus clientes.


Ainda não começou a se mexer?  Então corre, pois essa mudança já está acontecendo e quem ficar parado será atropelado.

Miguel Góes

Sócio e Cofundador da MM12

Acredito que o maior diferencial de qualquer empresa não está no seu produto, nem os seus processos, muito menos na sua estrutura tecnológica. O maior diferencial de qualquer empresa está nas pessoas que trabalham nela. São elas que fazem a roda girar, que definem o planejamento, que criam os produtos, que desenvolvem os códigos, que fazem o atendimento e que, no final do dia, geram o tão buscado diferencial competitivo.

Inscreva-se na nossa newsletter!

Muito mais que fidelidade. Acreditamos que programas de fidelidade são o ponto de partida de relações transformadoras entre pessoas e marcas.

Este é um espaço criado para trazer notícias e ideias sobre o universo do loyalty.

bottom of page